
Página de domingo do jornal Hoje em Dia, no Programinha.
Essa está no Diário do Aço de hoje, e é sobre o período em que os deputados estão trocando de partido no congresso. Imagine os interesses (pessoais) que estão nessas jogadas...
A charge de quinta do Diário do Aço é uma referência à charge de terça, que foi o assunto esportivo da semana. Na política, a pauta tem sido a luta do governo pela aprovação da CPMF no congresso. O Lula que sempre foi contra o imposto quando era da oposição, agora está fazendo de tudo para aprová-la. É como se ele estivesse provocando todos os nós, como o Kerlon fez no jogo contra o Galo (ai, ai...).
Essa charge que saiu no Diário do Aço é dedicada aos meus alunos do curso de Design que são cruzeirenses e sabem que sou atleticano. Viu meninos? Temos que ser profissionais e fazer charges (ou trabalhos) que não falem muito bem do time que a gente torce. É claro que se o atlético tivesse ganho o jogo ontem, tenho certeza que a charge seria bem melhor!! rs!!
Uma história bem antiga, inspirada em uma pergunta que eu fazia para a minha irmã quando era criança: "você é chata assim mesmo ou fez algum curso pra ficar assim?".
A imagem do Peri foi inspirada numa cadela chamada Pitucha que viveu por volta de uns 15 anos. O nome veio de um outro cachorro, que é a abreviação de "perigoso". A Pitucha não gostava muito de tomar banho. Me lembro que ela resistia ao máximo, sempre fugindo daquela água fria, pois era essa a impressão que ela passava. Algumas vezes o "cheirinho" dela não era nada agradável. Foi dessa situação que surgiu a história. O fato de ter usado o chulé como contraponto veio da personalidade da Telúria, que não aceita críticas e jamais admitiria que o tênis que usa tem um odor um tanto quanto desagradável!
Essa foi a única da série que foi pensada por inteira, já com o final criado, ao contrário das outras que foram sendo construídas a partir das reações que imaginava para os personagens. Ela surgiu no dia em que um priminho meu estava para trocar os dentes e, na conversa, eu disse que se ele plantasse o dente nasceria um pé de bocas, como eu utilizei na história. Eu acho que ele acreditou mas a mãe dele não aprovou muito a idéia. Esses adultos...
O que mais gosto nessas séries que eu faço de vez em quando é que, quase sempre, nunca sei aonde as histórias vão parar. Geralmente começo com uma situação (no caso dessa, a troca de dente da Telúria) e vou escrevendo as histórias imaginando as reações dos personagens. Muitas vezes, como no caso desse capítulo, eu não sabia como iria terminar. Depois de uma série de situações, o suspense em saber como seria a perda do dente, ela só poderia ficar sem dizer nada.